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Upiara Boschi

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Faz a leitura e a análise do contexto do cenário político de Santa Catarina, com informações de bastidores. Explica motivações e consequências das principais decisões tomadas nos poderes do Estado.

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Ibope mostra disputa de desconhecidos pelo governo de SC

Por Upiara Boschi

17/08/2018 - 20h10

Os números mais contundentes da primeira pesquisa Ibope para o governo do Estado não são os de intenção de votos dos nove candidatos. É preliminar um cenário que coloca Décio Lima (PT) na liderança com 16%, na faixa de empate técnico com Mauro Mariani (MDB), com 11%, ambos descolados de Gelson Merisio (PSD), que tem 6%. Os percentuais que importam neste momento são dos 23% de indecisos e - principalmente - os eloquentes 34% de brancos e nulos.

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Foto: Fábio Queiroz, Agência AL/Divulgação

Alesc deve ter maior renovação na eleição de 2018

Por Upiara Boschi

17/08/2018 - 06h00

As eleições deste ano trazem boas chances de renovação na composição da Assembleia Legislativa. Além da insatisfação generalizada da sociedade com a classe política, dois fatores favorecem os ventos que apontam nessa direção: as dificuldades de financiamento dos candidatos e a janela aberta pelos parlamentares que não vão disputar a reeleição.

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Foto: Leonardo Limas

Cabeça de Político: Ideli Salvatti (PT)

Por Upiara Boschi

15/08/2018 - 14h22

A ex-senadora e ex-ministra Ideli Salvatti (PT) é a entrevistada desta quarta-feira no Cabeça de Político. Candidata do PT ao Senado, em dobradinha com ex-desembargador Lédio Rosa (PT), a petista faz a defesa dos governos Lula e Dilma Rousseff - de quem foi ministra de três pastas: Pesca, Relações Institucionais e Direitos Humanos.

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Jair Bolsonaro em visita a Blumenau em maio de 2017. Foto: Patrick Rodrigues

O efeito de Bolsonaro sobre a eleição catarinense

Por Upiara Boschi

15/08/2018 - 06h00

Santa Catarina foi o primeiro lugar em que Jair Bolsonaro surgiu liderando as pesquisas presidenciais. Há mais de dois anos, ele tem visitado o Estado - ciceroneado por lideranças estaduais que compartilham de seu discurso, especialmente nas questões do fim do Estatuto do Desarmamento e os projetos que proclamam a Escola Sem Partido.

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Decisão de ministro do STJ liberou Rodrigues para a eleição. Foto: Alex Ferreira/Câmara dos Deputados

João Rodrigues salvo na última hora, um padrão que se repete

Por Upiara Boschi

15/08/2018 - 05h30

Em mais um jogo de reviravoltas - a palavra desta eleição em Santa Catarina - o deputado federal João Rodrigues (PSD) vai disputar a reeleição. O habeas corpus do ministro Rogério Cruz, do Superior Tribunal de Justiça, conquistado no início da noite de ontem, não só permite que o parlamentar deixe a Papuda como autoriza o registro de sua candidatura. Acompanhar a carreira política de Rodrigues é estar sujeito repetições de alguns padrões.

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Denner Ovideo, PT-SC/Divulgação

Décio quer aproveitar racha PSD/MDB e possível crescimento de candidato do PSL

Por Upiara Boschi

14/08/2018 - 12h00

Candidato do PT ao governo, Décio Lima diz estar empolgado com o cenário eleitoral após a definição das chapas. Acredita que as coligações lideradas por Gelson Merisio (PSD) e Mauro Mariani (MDB) não conseguirão se desvincular da pecha do governismo e se apresentarem como novidade. Além disso, até mesmo a eventual ascensão da candidatura de Moisés da Silva (PSL) por causa da onda Bolsonaro é encarada com positiva pelo petista.

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Comando das maiores cidades de SC traz pequena vantagem de Mariani sobre Merisio

Por Upiara Boschi

14/08/2018 - 06h00

A distribuição dos exércitos eleitorais entre as coligações lideradas por Gelson Merisio (PSD) e Mauro Mariani (MDB) ganhou tons de equilíbrio - com pequena vantagem para o emedebista - em número de prefeituras e tempo no horário eleitoral. Essa mesma proporção se repete quando se analisa o comando dos maiores colégios eleitorais do Estado.

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Candidatos ensaiam primeiras promessas

Por Upiara Boschi

13/08/2018 - 06h49

Ainda tímida nos gestos e vivendo a ressaca da extenuante definição das alianças partidárias, a corrida eleitoral deu seus primeiros passos no última final de semana. A largada foi dada pela publicação das entrevistas dos candidatos a governador pelos jornais da NSC Comunicação e pelo primeiro debate reunindo os principais nomes da disputa, realizado no sábado pela rádio Som Maior, de Criciúma. Embora ainda ensaiem discursos e posições que devem evoluir ao longo da campanha, já é possível perceber a forma como as candidaturas de maior estruturas querem ser percebidas pelo eleitor. Oriundos da aliança que governa o Estado desde a primeira metade dos anos 2000, Gelson Merisio (PSD) e Mauro Mariani (MDB) tentam descolar-se do rótulo de governistas - evitando herdar o desgaste de um evidente fim de ciclo político. O pessedista pontua diferenças de estilo e temperamento em relação ao ex-governador Raimundo Colombo (PSD), enquanto o emedebista alega que o MDB não teve participação efetiva nas gestões lideradas pelo antigo sócio. Além da forma, já é possível perceber parte do discurso em construção pelos candidatos. Merisio faz propostas contundentes. Diz ter a fórmula para atrair de volta à ativa 5 mil policiais militares recém-aposentados, garante que vai reduzir de 1, 2 mil para apenas 200 os cargos comissionados e promete lutar para acabar com os bolsões de pobreza extrema do Estado. Mariani apresenta falas mais genéricas, em que diz ter coragem de enfrentar as corporações para reduzir a ineficiência do Estado. Na área de saúde, escolheu um alvo: diz que não é possível que os 13 hospitais públicos consumam 70% dos recursos da Saúde e entreguem 30% do serviço.   De olho nessas contradições dos ex-sócios, Décio Lima (PT) não perde a chance de apresentar-se como contraponto à antiga tríplice aliança e jogar sobre os dois adversários o peso dos governos de Luiz Henrique (MDB) e Colombo. O ponto mais contundente de seu discurso até agora é a política de incentivos fiscais do governo estadual. Alega que ela ignorou as vocações da economia catarinense e que o Estado deveria olhar mais para o pequeno produtor e empreendedor. Esses são os pontos de partida. Pesquisas e programas eleitorais devem trazer o componente que falta: o confronto.

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Os candidatos estão definidos, mas as coligações ainda realizam acertos

Por Upiara Boschi

11/08/2018 - 08h05

Embora estejam definidas as vagas de candidatos a governador, senador e suplentes que estarão em disputa nas eleições de outubro em Santa Catarina, ainda existem acertos a serem realizados dentro das coligações. O principal deles é a situação de deputado federal João Rodrigues (PSD) e sua inusitada situação de bater ponto na Câmara durante o dia e se recolher na Penitenciária da Papuda à noite. O nome de Rodrigues foi aprovado na convenção do PSD e está na lista do partido junto com o dos demais pessedistas que concorrerão à Câmara dos Deputados em uma subchapa integrada também pelo PP e pelo PV. Na convenção, Gelson Merisio - agora candidato a governador - disse que o PSD catarinense acredita na inocência do parlamentar no processo em que foi condenado por irregularidades na compra de uma retroescavadeira em Pinhalzinho, quando era vice-prefeito, mas ressaltou que só seriam inscritos os candidatos que estivessem livres dos efeitos da Lei Ficha Limpa. De Brasília, Rodrigues tem mantido o discurso de que continua candidato a deputado federal. Ele sofreu mais um revés na semana que passou quando o STF negou o recursos em que o parlamentar pedia a análise do mérito do caso - ele sempre alegou que não houve má-fé na operação. A última saída é tentar que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, analise se houve a prescrição do caso. Por enquanto, Rodrigues continua sujeito à Ficha Limpa e está inelegível. Em mensagens diárias à militância, o parlamentar prega um otimismo que a realidade vai esvaziando. Mesmo assim, mantém sob sua liderança dezenas de prefeitos, vereadores e incontáveis cabos-eleitorais. No PSD, a informação é de que se não houver uma reviravolta até dia 15, prazo final das inscrições, Rodrigues não será registrado. Nos bastidores, o grupo do parlamentar já negocia sua substituição pela mulher do deputado, Fabiana Rodrigues, filiada ao DEM em abril. No momento, esta filiação é um entrave à substituição da candidatura. Na distribuição dos partidos nas subchapas que concorrem à Câmara Federal, o DEM foi colocado no bloco que tem PSB, PDT, PCdoB, Solidariedade, PSC e PRB. A ideia era de que esse time teria condições de eleger parlamentares com votações menores do que se reunidos aos gigantes PSD e PP. Esse acordo de elegibilidade é a peça fundamental para explicar como Merisio atraiu tantas médias e pequenas siglas para sua órbita. Entrando no bolo com Rodrigues de cabo eleitoral, Fabiana bagunça a estratégia e causa indignação aos aliados e atrapalha até mesmo o demista Marcos da Rosa, aposta de João Paulo Kleinübing (DEM) para sucedê-lo em Brasília. Por outro lado, desagradar Rodrigues pode ter forte efeito colateral no projeto de Merisio - que precisa do time do deputado federal engajado em seu projeto. As discussões devem continuar até o fim do prazo de inscrição das chapas.

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Dez impressões sobre o primeiro debate presidencial

Por Upiara Boschi

10/08/2018 - 12h21

Brincadeiras à parte - e elas foram muitas nas redes sociais -, o primeiro debate entre os candidatos à Presidência da República, realizado na noite de quinta-feira pela Band, traz algumas impressões sobre a campanha eleitoral que começa.

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Faz a leitura e a análise do contexto do cenário político de Santa Catarina, com informações de bastidores. Explica motivações e consequências das principais decisões tomadas nos poderes do Estado.

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