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Upiara Boschi

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Faz a leitura e a análise do contexto do cenário político de Santa Catarina, com informações de bastidores. Explica motivações e consequências das principais decisões tomadas nos poderes do Estado.

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Lançamento da pré-candidatura de Merisio juntou lideranças de todo o Estado em Chapecó. Foto:Suellen Santin, PSD/Divulgação

Merisio mostra força política com ato em Chapecó

Por Upiara Boschi

10/06/2018 - 17h51

Gelson Merisio conseguiu dar uma resposta contundente aos que duvidam que ele consiga se viabilizar como candidato do PSD ao governo do Estado. O deputado estadual é sempre questionado sobre os números nas pesquisas que circulam nos meios políticos, mas agora pode lançar um desafio a adversários interno e externos: quem consegue reunir 108 dos 295 prefeitos catarinenses, lideranças de 11 partidos e 18 deputados em um evento para 10 mil pessoas numa manhã de sábado em Chapecó?

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Paulo Bauer

STF abre inquérito contra Bauer por corrupção e lavagem de dinheiro

Por Upiara Boschi

07/06/2018 - 17h46

O senador Paulo Bauer (PSDB) agora é oficialmente alvo de investigação no Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Edson Fachin aceitou na última terça-feira a abertura do inquérito solicitado pela Procuradoria Geral da República (PGR) para investigar o tucano pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro na relação com a empresa Hypermarcas entre 2013 e 2015.

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Política vence manual e contas de Colombo são aprovadas no TCE

Por Upiara Boschi

07/06/2018 - 06h00

Como quase sempre acontece, a política venceu o manual mais uma vez no Tribunal de Contas do Estado. Por quatro votos a um, os conselheiros aprovaram o balanço de 2017 do governo estadual, o último sob comando do ex-governador Raimundo Colombo (PSD). É um alívio para o pessedista, que terminou o ano com sua equipe debruçada sobre calculadoras para fechar as contas dentro dos parâmetros constitucionais e da Lei de Responsabilidade Fiscal.

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Oito presidenciáveis em Florianópolis

Por Upiara Boschi

06/06/2018 - 06h00

Na manhã da próxima quarta-feira, os olhos da política nacional estarão voltados para Florianópolis. Oito presidenciáveis vão expor suas propostas e visão de Brasil no Congresso de Prefeitos, organizado pela Federação Catarinense de Municípios (Fecam) e que será realizado entre 11 e 14 de junho no CentroSul. Boa parte dos principais nomes da corrida presidencial estarão presentes, apesar das eloquentes ausências de Jair Bolsonaro (PSL) e Marina Silva (Rede).

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Mesmo com cortes de comissionados, folha cresceu no governo Pinho Moreira. Foto: Cristiano Estrela

SC corta 234 cargos e economiza R$ 2 mi, mas  folha cresce R$ 40 mi

Por Upiara Boschi

05/06/2018 - 06h00

Com pouco tempo de governo e margem para mudanças, uma das principais marcas da gestão de Eduardo Pinho Moreira (MDB) no comando do Estado é a redução de cargos comissionados. O gesto tem forte apelo simbólico, por indicar a determinação de cortar a própria carne - já que a impressão generalizada, e nunca veementemente desmentida, é de que nesses cargos de livre nomeação é que estão os apaniguados político-partidários.

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Merisio indicou Ninfo König para receber a Comenda do Legislativo Catarinense em 2017. Foto: Fábio Queiroz, Agência AL

Merisio diz que apenas fez sondagem a König para vice

Por Upiara Boschi

04/06/2018 - 18h10

As declarações do empresário e vereador joinvilense Ninfo König (PSB) ao colunista Claudio Loetz, do AN, de que foi convidado e aceitou ser candidato a vice-governador na chapa liderada pelo deputado estadual Gelson Merisio (PSD) movimentam os bastidores neste começo semana. O pessedista diz que apenas perguntou a König se ele aceitaria o posto caso a vaga na chapa coubesse ao PSB. Merisio garante que a primazia de escolher se quer a vaga de vice ou a candidatura ao Senado pertence, ainda, ao PP de Esperidião Amin.

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Bilhão e tostão: a campanha eleitoral do fundão eleitoral e das vaquinhas

Por Upiara Boschi

04/06/2018 - 12h21

Um fundão com R$ 1,7 bilhão em dinheiro público para ser dividido pelos partidos políticos. Candidatos organizando vaquinhas em que o eleitor pode fazer doações a partir de R$ 1 com cartão de crédito ou débito na internet. Dois cenários tão díspares são as grandes novidades no financiamento das eleições este ano, a segunda disputa que terá as doações empresariais proibidas por decisão do Supremo Tribunal Federal.

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Moreira Cezar foi interventor em SC após a Revolução Federalista. Imagem: Revista Illustrada, nº 729, 1897

Um paralelo entre Pedro Parente e Moreira Cezar

Por Upiara Boschi

01/06/2018 - 15h32

Por uma série de fatores aleatórios, a Ilha de Santa Catarina tornou-se em 1893 um dos principais palcos da Revolução Federalista, que tentava apear do poder o presidente Floriano Peixoto. Capital de Santa Catarina, ainda sem pontes, ainda Desterro, a cidade foi tomada pelos revoltosos e tornou-se, por sete meses, a “capital revolucionária do Brasil”.

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Governo estadual faz balanço da greve

Por Upiara Boschi

01/06/2018 - 12h27

Na quarta-feira passada, a equipe do governador Eduardo Pinho Moreira (MDB) convocava a imprensa para uma entrevista coletiva sobre os 100 dias da gestão que herdou com a renúncia do ex-governador Raimundo Colombo (PSD). Um balanço em que apresentaria um detalhamento das fontes de receita e de despesa do máquina estatal. A greve dos caminhoneiros levou ao cancelamento do encontro e, curiosamente, Moreira precisou falar diariamente com a imprensa nos dias que se seguiram.

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Marco Favero, DC

A conta ainda vai chegar

Por Upiara Boschi

31/05/2018 - 10h30

Após a senha dada na terça-feira pelo governador Eduardo Pinho Moreira (MDB) de que “agora, é a lei”, Santa Catarina viveu na quarta-feira a sensação de que a greve dos caminhoneiros começa realmente a ficar no passado como movimento. No entanto, seus efeitos continuarão a ser sentidos e pagos pela sociedade ao longo das próximas semanas e meses. A conta ainda vai chegar. Durante toda a quarta-feira, operações policiais conseguiram liberar praticamente todos os pontos de bloqueio que ainda existiam nas estradas catarinenses - eram 149 na véspera. Ainda existiam focos de resistência, insuflados por pessoas que os setores de inteligência do Estado identificam como infiltrados de extrema-esquerda e extrema-direita - interessados mais no caos do que no preço do diesel ou do frete. O discurso da intervenção militar - esse neosebastianismo - ainda ecoa nos acostamentos, indicando essa perda de objeto das manifestações. Acompanhe as últimas notícias sobre a greve dos caminhoneiros Se a vida começa a voltar ao normal, o custo do protesto - que começou encharcado de legitimidade, mas ultrapassou os limites da responsabilidade - ainda nem cifras tem. Pinho Moreira teve mais uma reunião na quarta-feira com o presidente da Fiesc, Glauco Côrte. Conversou também com dirigentes do agronegócio. Um consenso é de que não é possível - e nem se sabe se será  - calcular o tamanho do prejuízo. Dezenas de pontos de uma cadeia construída ponto a ponto ao longo do tempo terão um lento recomeço - do produtor ao produto acabado. Em nota no final da tarde, a Fiesc apontava preocupação com os efeitos a longo prazo, incluindo a quebra de contratos pelo não cumprimento dos prazos das exportações contratadas - afetando a credibilidade dos exportadores. A entidade apontou que a paralisação dos caminhoneiros afetou intensamente 70% das 905 indústrias catarinenses pesquisadas, com metade delas estimando prejuízos de pelo menos 20% do faturamento mensal. Nas contas do governo estadual, o drama é semelhante. Será possível calculá-lo mês a mês, pelos números da arrecadação. Lembrando que o Estado ainda patinava na retomada econômica e vivia a situação de ter ultrapassado o percentual de gastos com folha de pagamento em relação a arrecadação. A previsível queda gerada pelos efeitos da greve dos caminhoneiros piora esse quadro e pode levar Pinho Moreira fazer mais cortes do que os já anunciados. Causado pelas mãos de milhares de homens e mulheres, com aplauso de milhões de outros, o movimento dos caminhoneiros tem efeitos sobre a economia catarinense comparáveis ao de desastres naturais que vivemos em nossa história. Não à toa, o centro de monitoramento da situação da Defesa Civil tornou-se o palco das decisões de governo. Um comentário lá dentro ilustra o que foram esses dias: a diferença é que os desastres naturais têm um pico e depois a situação vai recuando; neste caso, cada dia de paralisação piorava a situação.

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