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Fiocruz alerta sobre patamar “extremamente grave” de síndrome respiratória em SC

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Por Dagmara Spautz
10/08/2021 - 06h07
Durante a pandemia, maior parte dos casos de SRAG é causada por Covid-19
Durante a pandemia, maior parte dos casos de SRAG é causada por Covid-19 (Foto: Eduardo Valente / iShoot / Folhapress)

O último boletim InfoGripe da Fiocruz, divulgado no dia 5 de agosto, aponta Santa Catarina entre os estados onde os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) continuam em nível “extremamente grave”, com 10 registros para cada 100 mil habitantes. Durante a pandemia, a maioria dos registros de SRAG são causados por Covid-19 – o que acende o sinal de alerta.

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“Como os casos de SRAG são essencialmente casos severos, que demandam hospitalização, ou casos que vieram a óbito, estas taxas preocupam por impor demanda significativa ao sistema hospitalar”, informa o boletim.

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São ao todo sete estados e o Distrito Federal nessa condição: São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Acre, Goiás e Mato Grosso do Sul. Em SC, são 10,9 casos para cada 100 mil habitantes. A situação mais grave é a de Goiás, onde foram contabilizados 20,5 casos para cada 100 mil moradores. A base de dados é da semana de 25 a 31 de julho.

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A análise de tendência de curto prazo, observadas as últimas três semanas, coloca Santa Catarina como um dos estados no país com nível moderado de alta em casos de SRAG. A longo prazo, no entanto, os números apontam estabilidade – o que indica que é necessário seguir o acompanhamento para comprovar se houve uma pequena oscilação, ou se há tendência de crescimento. Nessa análise, a situação do Estado coincide com a média nacional.

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A tendência apontada pelo boletim contrasta com a redução no número de internações e óbitos por Covid-19 que foi observada ao longo das últimas semanas, e alerta para o risco de um novo recrudescimento da pandemia. A recomendação da Fiocruz é conter as contaminações.

“É preciso maior controle da transmissão para que nas próximas semanas a redução seja mais expressiva. Este controle deve vir das várias ações de vigilância acompanhados de ampliação da cobertura vacinal, visto que as vacinas protegem para evitar agravamento de casos, diz o documento.

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