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Lisandra Oliveira

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Lisandra mostra os bons exemplos de Joinville e região. As pessoas que se dedicam a melhorar o local onde vivem, que inspiram com ações que fazem a diferença na nossa comunidade.

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Atleta pedala 3 mil quilômetros para ajudar pessoas especiais

Por Lisandra Oliveira

14/11/2018 - 04h00

Ele deixou a vida no mercado financeiro para se dedicar ao esporte. E agora o atleta paulista Pepe Fiamoncini realiza uma missão: arrecadar recursos para ajudar pessoas com necessidades especiais na prática de esportes. De bicicleta, ele está percorrendo 52 cidades do Sul e do Sudeste do Brasil. A aventura começou no dia 1º de outubro, e o atleta já passou por 22 cidades. No total, são 3 mil quilômetros de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, até o Rio de Janeiro. Na terça-feira, ele esteve em Joinville. "O povo catarinense é muito acolhedor. Eles me receberam muito bem e estão ajudando com o projeto", destaca. Última chance para assistir ao "Gala Bolshoi" em 2018 O Projeto Pedale por Aqueles que Ainda não Podem foi criado pelo atleta. A intenção é arrecadar R$ 30 mil. "Esse dinheiro será doado a duas instituições do Rio de Janeiro e São Paulo. Elas trabalham com a reabilitação de pessoas paraplégicas e amputadas a praticarem esportes. Até agora, quase R$ 7 mil  foram arrecadados", revela. Pepe conta que em cada cidade ele procura ficar nos pontos de maior concentração de pessoas, entrega os panfletos e divulga o projeto. E muita gente acaba colaborando. Cleusa Ferreira é pensionista, mas já trabalhou com pessoas com deficiência e fez questão de contribuir com a causa. "Eu já cuidei de pessoas com deficiência e sei da importância de proporcionar ações para o bem estar delas", afirma. De Joinville, o atleta segue para Garuva e, depois, para as cidades do interior do Paraná. Na bicicleta, ele carrega barraca, manta térmica, fogareiro, panela, além de utensílios para a manutenção da bike, que ele mesmo faz. "Durante a viagem, conheci muita gente com histórias de vida diferentes. Essa experiência também me transformou numa pessoa melhor", revela. A aventura está prevista para terminar no dia 24 de dezembro, quando ele deve chegar ao Rio de Janeiro.  Quem quiser colaborar com a campanha também pode fazer as doações online, pelo site vakinha.com.br, acessando o Projeto Pedale por Aqueles que Ainda não Podem.   Leia também: As flores mais exuberantes da 80ª edição da Festa das Flores já foram eleitas    

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Almofadas de amor ajudam mulheres com câncer em Joinville

Por Lisandra Oliveira

13/11/2018 - 12h29

Entre o trabalho na empresa e as tarefas de casa, a empresária, Beatriz Furlan tira parte do seu dia para ajudar as pacientes que se tratam do câncer de mama. Ela confecciona almofadas em forma de coração que proporcionam conforto e ajudam na recuperação. A empresária conta que a ideia surgiu em 2014, depois que ela teve problemas nos ombros. “A dificuldade era tamanha que meu marido e minha filha precisavam me auxiliar em todas as tarefas.

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Instrumentos para oficinas de música

Por Lisandra Oliveira

12/11/2018 - 12h06

Três violões, dois microfones e uma mesa foram entregues ao Serviço Organizado de Inclusão Social (SOIS) e irão beneficiar os usuários da entidade que participam das oficinas de música. Os instrumentos foram adquiridos por meio do projeto de reabilitação psicossocial Vozes do Bem, elaborado pelo SOIS e Centros de Atenção Psicossocial e aprovado pelo Ministério da Saúde. Esse é o segundo lote recebido por meio do projeto. O SOIS atende a cerca de 130 usuários. O público é formado por pessoas com transtornos mentais persistentes ou que fazem uso abusivo de álcool e drogas. A instituição também pessoas que têm necessidade laborativa, mas que não conseguem entrar no mercado de trabalho. Araquari mantém esperança de construção de um aeroporto em complexo intermodal

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Estudantes vão representar Joinville em evento nacional de matemática

Por Lisandra Oliveira

12/11/2018 - 12h02

Quatro estudantes de duas escolas municipais de Joinville foram destaques na Feira Catarinense de matemática realizada em Massaranduba. E agora eles vão representar a cidade na Feira Nacional que acontece ano que vem. Alexsander Fidelis Moreira, e Suzana Bridi, do 5º ano, da Escola Municipal Professora Eladir Skibinski apresentaram o projeto A Matemática do Meu Dinheiro. o principal objetivo foi fazer com que os alunos aprendessem sobre os cuidados que se deve ter com o dinheiro. E, principalmente, que o planejamento pode resultar em uma vida financeira tranquila. Já as alunas Eveline Denker Viebranz e Julia Tobias, do 8º ano, da Escola Municipal Governador Pedro Ivo Campos, utilizaram a tradicional brincadeira Escravos de Jô para ensinar o conteúdo de muitas dinâmicas e movimentos para o aprendizado sobre medidas, ângulos e dimensões. A Feira Catarinense de Matemática 2018 contou com 150 trabalhos. Destes, 11 foram de Joinville e seis só da rede municipal. O evento tem a proposta de incentivar a divulgação e socialização de experiências e pesquisas na área da matemática, servindo de iniciativa para implementação de programas e projetos de educação científica. E etapa nacional em 2019 ainda não tem data e local para ocorrer.  

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Joinville participa de arrecadação nacional de alimentos

Por Lisandra Oliveira

08/11/2018 - 20h42

Neste sábado, moradores de Joinville terão a oportunidade de ajudar ao próximo. O município participa do Dia Nacional da Coleta de Alimentos 2018. A ação acontece das 8h30 às 18 horas nas redes de supermercados Angeloni, Giassi e Big e também no Supermercado Makro, num total de sete pontos de coleta.

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Atividades em igreja beneficiam crianças do bairro Vila Nova, em Joinville

Por Lisandra Oliveira

07/11/2018 - 21h03

Uma iniciativa envolvendo crianças com necessidades especiais vem transformando os momentos na Igreja Comunidade Deus Provedor, no Vila Nova. O projeto começou há cerca de um ano. Jenifer Francine Bonikoski Batista, que coordena o projeto, conta que enquanto os pais ficam no culto, as crianças vão para a sala de recreação, onde fazem  lanche, participam de brincadeiras e aprendem a palavra de Deus de forma lúdica e divertida. – Mas algumas dessas crianças possuem necessidades especiais, como paralisia cerebral, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. Foi aí que percebemos a necessidade de uma equipe capacitada para auxiliar as crianças – revela. Por meio de uma parceria, a igreja passou a contar com uma equipe formada por terapeutas ocupacionais, psicólogas, pedagoga e enfermeiros. Eles ministram treinamentos e capacitam os voluntários que trabalham com as crianças. Ao todo, são 30 voluntários, e sete integram a equipe de suporte. – Em caso de qualquer dúvida, eles também ajudam. O objetivo não é participar da vida dos pais, mas também de toda a família", destaca. Jenifer acredita que, com a troca de experiências, todos acabam beneficiados. "As famílias se sentem amadas e amparadas. Por outro lado, nós voluntários, aprendemos tanto quanto ensinamos. A principal lição é que ser "diferente" é normal e todos temos virtudes que nos fazem únicos – ressalta.   Prevenção ao bullying e à depressão no Boa Vista

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Estudantes de São Francisco do Sul recebem prêmios por ações de sustentabilidade

Por Lisandra Oliveira

06/11/2018 - 21h07

  Eles são de diferentes escolas, mas tiveram o mesmo objetivo: desenvolver ações para proteger o meio ambiente. Como resultado, os estudantes de São Francisco do Sul foram premiados em um concurso escolar. Eles desenvolveram projetos voltados ao consumo consciente do dia a dia a partir dos três Rs – reduzir, reutilizar e reciclar, tema definido para a edição de 2018 de concurso realizado pela ArcelorMittal. O concurso é realizado em duas categorias: do 1º ao 5º ano, o 1º lugar foi para alunos da Escola Municipal Francisco Anselmo Correa, que desenvolveram um jardim sensorial e uma horta suspensa utilizando a compostagem e fazendo irrigação com a água do morro. Já o 2º lugar ficou com os brinquedos pedagógicos desenvolvidos por alunos da Escola Básica Municipal Waldemar da Costa, feitos com materiais reciclados. E o 3º lugar foi para estudantes da Escola Municipal João Dias, que montaram um jogo de xadrez e damas de grandes dimensões a partir da reutilização de materiais descartados. Na categoria do 6º ao 9º ano, o 1º lugar foi para os estudantes da Escola Municipal João Dias, que realizaram diversas iniciativas envolvendo a comunidade. O 2º lugar é da Escola Municipal Rogério Zattar, com o projeto que reuniu ações voltadas ao esporte, ao lazer e à qualidade de vida. O 3º lugar ficou com a Escola Básica Municipal Franklin de Oliveira, que desenvolveu projeto para a despoluição eletroeletrônica. Os vencedores foram premiados com tablet (1º lugar), bicicleta (2º lugar) e kit escolar (3º lugar). Os professores responsáveis pelos projetos recebem tablets e as instituições são premiadas com equipamentos nos valores de R$ 6 mil, R$ 5 mil e R$ 4 mil, de acordo com a classificação. Os vencedores nas duas categorias também conquistaram um prêmio adicional de R$ 10 mil para ampliar e dar continuidade aos seus projetos no ano de 2019.   Concurso escolar passo a passo Os alunos começaram a ter contato com o tema da edição em sala de aula com a utilização de material lúdico produzido pela Fundação ArcelorMittal Brasil. Depois de discutir o tema, partiram para a prática, desenvolvendo os trabalhos de acordo com a faixa etária. A temática desta edição envolveu os estudantes e professores em estudos e trabalhos. Em 18 anos, o concurso já sensibilizou milhares de estudantes, com reflexões sobre diversos temas importantes para o meio ambiente.   Arrastão Literário Nesta quarta-feira, estudantes da Escola Municipal Castello Branco, do bairro Boa Vista, em Joinville, terão um dia especial. Eles participam do Arrastão Literário com o objetivo de aproximar os alunos dos escritores. Em uma conversa, escritores da cidade vão revelar como nasceu a paixão pela literatura, apresentarão obras autorais. A intenção é incentivar a leitura entre estudantes.   Leia também: Exposição da 2ª Guerra Mundial em Jaraguá

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Casa da Cultura de Joinville leva aulas de artes às escolas municipais

Por Lisandra Oliveira

05/11/2018 - 21h33

Eles acontecem dentro da escola, não fazem parte do calendário escolar, mas são a alegria dos estudantes de Joinville. São os cursos de arte, que saíram da Casa da Cultura para as escolas municipais de Joinville. Aulas de canto, violão, flauta, piano, dança e tecelagem, ministradas uma vez por semana no período do contraturno escolar.Atualmente, os cursos ocorrem nas escolas João Bernardino da Silveira Júnior (canto, violão, flauta e piano), Professor Saul Santana Oliveira Dias (violão), Doutor José Antônio Navarro Lins (flauta doce e canto) e na Escola  Professora Rosa Maria Berezoski Demarchi (violão). De acordo com a professora de música, Michele Mohr Vicente, os cursos possibilitam às crianças que moram em locais mais distantes do Centro da cidade o aprendizado da música. "Fui uma das incentivadoras porque sentia falta de levar música para aquelas crianças que não tinham acesso", ressalta

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Iniciativa do projeto foi da professora Andreia, que oportunizou aprendizado e solidariedade entre os alunos

Projeto Moeda Vira Pizza incentiva aprendizado e solidariedade

Por Lisandra Oliveira

05/11/2018 - 07h00

Pizza é sempre uma boa ideia. Com a iniciativa da professora Andreia Kiatkoski, da EMEB Professora Irene Olinda Teifke Ribeiro, do bairro Campo Lençol, em Rio Negrinho, a atração não se tratou apenas de comida. Desde fevereiro, os alunos do 4º ano (1 e 2) aprenderam uma valiosa lição com o Projeto Moeda Vira Pizza: a importância do poupar.  Toda quarta-feira, as crianças ficavam responsáveis por levar qualquer quantia em moedas que conseguissem para serem guardadas em pequenos cofres na sala de aula. E o aprendizado não poderia ter sido outro: engajados, os alunos aprenderam conteúdos matemáticos, o trabalho em equipe e a solidariedade com o outro e foram recompensados com a ida a uma pizzaria. Logo no início, a professora compartilhou o objetivo do projeto com as crianças, explicando que tinham que juntar moedas para atingir um determinado valor para fazerem o passeio. A ideia ainda surgiu como uma oportunidade para alguns alunos que não haviam ido. Antecipadamente, Andreia verificou todos os custos por pessoa, para que tivessem uma meta. Toda a arrecadação era anotada minuciosamente em um caderno com cálculos que mostravam a quantia que ainda faltava ou que já havia sido alcançada pelo aluno. — Podia ser qualquer moedinha. Conforme o projeto ia progredindo, as crianças ficavam mais motivadas a trazer. Até eu comecei a poupar para o meu cofrinho — conta.

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Símbolo da comunidade do Iririú vai ganhar novo espaço

Por Lisandra Oliveira

02/11/2018 - 20h31

Ela é um símbolo da comunidade do bairro Iririú. A Paróquia São Sebastião completou em janeiro 53 anos de existência. A igreja concentra histórias de fé e representa a mudança na vida de muitas pessoas. Seu Mario Francisco Fleith, 67 anos, apesar de ser ligado à religião, revela que, depois do casamento e da chegada dos filhos, ia a muito contragosto à igreja. Mas foi um problema de saúde do neto, que na época tinha apenas dois meses, que fez com que 30 anos depois ele se entregasse para a vida religiosa.– Os médicos falaram que ele tinha um problema cardíaco. Ele fez  a cirurgia com dois meses de vida, mas ainda assim os médicos afirmaram que ele não teria chance. Começamos uma corrente de orações e tudo mudou. A nossa fé salvou ele – revela o aposentado. Hoje, o neto tem 15 anos e vive bem, e seu Mario se dedica aos trabalhos na Paróquia São Sebastião. Ele coordena as pastorais e se sente realizado com o que faz.O padre Otávio Antunes é pároco da São Sebastião há três anos e sabe da importância da paróquia para a comunidade, tanto que ela vai ganhar uma nova estrutura. Outra igreja nos fundos da atual paróquia começou a ser construída no início deste ano. "A atual Igreja já apresenta problemas de estrutura e pouco espaço. Então, em vez da reforma, optamos por construir outra maior e com acessibilidade", revela o padre, que também é arquiteto e participou da elaboração do projeto.A nova igreja terá uma área aproximada de 2.300 metros quadrados e vai poder abrigar 1.400 pessoas sentadas. A obra começou em janeiro e já recebeu a estrutura metálica para o telhado. O próximo passo será a cobertura. A expectativa é de que a obra seja concluída em três anos.

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